Ser informal é mau negócio (parte 4)

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Cobertura previdenciária, impostos reduzidos e chance de acesso ao crédito são vantagens de quem formaliza sua atuação como empreendedor individual

Custos elevados com a abertura e a manutenção de uma empresa são o principal motivo alegado por empreendedores para manter suas atividades na informalidade. De acordo com o Sebrae-SP, há mais de 19 milhões de negócios informais no Brasil. Mas ficar à margem também tem seu preço: falta de acesso ao crédito, à cobertura da Previdência e a outros benefícios. Formalizar um negócio como empreendedor individual permite trocar essa situação precária por algumas vantagens, com custo bem inferior ao de uma empresa con-vencional — e menos burocracia. Para isso, o empresário tem que cumprir três condições: faturar até R$ 36 mil por ano; não ser sócio e nem titular de outra empresa; e ter até um funcionário, que receba salário mínimo ou o piso da categoria. Basta preencher um cadastro na internet, no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br). O site emite o CNPJ em 15 minutos, gratuitamente. Os custos de manutenção são baixos: R$ 33,25 por mês, se não houver funcionário.

Conheça mais um benefício de se tornar um EI:

 COBERTURA PREVIDENCIÁRIA
Quem formaliza o negócio conta com auxílio financeiro da Previdência em caso de doença, acidente, aposentadoria ou morte. A falta de assistência social fez a empresária Rafaela Peres, 28 anos, retomar a rotina do seu salão de cabeleireiro uma semana após dar à luz a sua primeira filha. “Não tive tempo de me restabelecer e cuidar dela. Se não voltasse ao trabalho, não teria quem pagasse as contas”, diz Rafaela, que fatura cerca de R$ 1.500 por mês. Formalizada desde novembro de 2010, a empre¬endedora conta agora com cobertura previdenciária por pagar ao INSS 5% do salário mínimo.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Mais informações: http://www.sebraemg.com.br
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