Empreendedores mais efetivos

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Empreendedores mais efetivos

Experimente prender, em uma garrafa, meia dúzia de abelhas e o mesmo número de moscas. Deite a garrafa, com a base virada para a janela, e irá constatar que as abelhas irão persistir, até morrerem por exaustão, na tentativa de descobrir uma abertura no vidro. As moscas, em menos de dois minutos, já terão saído pelo gargalo no lado oposto. É o amor das abelhas pelo voo alinhado que acaba com elas neste experimento, enquanto as moscas esvoaçam de um lado para outro e contam com a providência que acompanha a simplicidade: acabam descobrindo a abertura que as leva de volta à liberdade (Adaptado de Peter, T.H., Waterman, R.H. In Search of Excellence. New York: Harper and Row, 1982).

Essa analogia nos leva a refletir sobre a necessidade de adaptação às situações. Novos contextos exigem posturas diferentes, soluções inovadoras e, às vezes, métodos não convencionais. Também não basta ter só talento. É preciso adaptar-se ao que o momento pede, e não apenas permanecer com uma ideia fixa, sob o ponto de vista apenas do seu conhecimento. E, para realizar isso, é necessário olhar ao redor, perceber além das informações básicas e considerar o que, muitas vezes, não está explícito para elaborar uma estratégia ou tomar uma decisão.

Empreendedores usaram, durante anos, essa lógica para formular planos estratégicos, em oposição ao aprendizado puro e simples. A Era do Computador e da Informação nos permitiu fazer as coisas de maneira mais rápida, e a competição e a evolução tecnológica tornaram o conhecimento e o tempo um importante diferencial competitivo. Se, antes, as empresas elaboravam planos de ação deliberados para atuar no mercado, hoje mais vale o aprendizado na conquista de melhores posições.

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